8 Jeitos de Mudar o Mundo

segunda-feira, 15 de março de 2010

WWF-Brasil lança a Hora do Planeta 2010



A Hora do Planeta 2010, movimento mundial de alerta contra o aquecimento global por meio do apagar das luzes de vários cartões-postais mundiais, terá sua segunda edição no Brasil neste 27 de março, das 20h30 às 21h30. O Rio de Janeiro será a cidade-sede nacional. Qualquer cidadão e organização também pode se juntar ao movimento, apagando as luzes neste período [confirme sua adesão aqui]

Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que tiveram suas luzes apagadas em 2009, a Prefeitura Rio do Janeiro também irá desligar os refletores do Arpoador e da Igreja Nossa Senhora da Penha, levando o evento para a Zona Norte da cidade. A Prefeitura também contatará o Exército para incluir o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, na lista dos ícones cariocas que participarão da Hora do Planeta.

Também já estão confirmadas as participações do morro do Pão de Açúcar, da Fiocruz - Fundação Oswaldo Cruz - e do Jockey Clube Brasileiro. Além de desligar monumentos da cidade, a prefeitura vai envolver a Secretaria Municipal de Educação, levando a mensagem da Hora do Planeta para mais de 800 mil crianças de cerca de mil escolas da rede municipal de ensino.

Com o patrocínio da Coca-Cola Brasil, do HSBC, da TIM e do Walmart Brasil, a Hora do Planeta pretende contar com a adesão de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Para o País, a expectativa do WWF-Brasil (promotora da campanha) é de aumentar o número de 113 cidades que aderiram à Hora do Planeta em 2009.

Em 2009, milhões de brasileiros apagaram suas luzes e mostraram sua preocupação com o aquecimento global. No total, 113 cidades do País, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta no ano passado. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos. No mundo, 4088 cidades de 88 países aderiram ao movimento na última edição.

Adesão em outros países

O lançamento mundial da Hora do Planeta 2010 ocorreu em Chengdu - primeira cidade da China a assumir o compromisso de apagar as luzes no dia 27 de março - e cidade natal da ursa panda Mei Lan, Embaixadora Mundial do movimento. Os pandas gigantes, símbolos da Rede WWF, habitam Chengdu há mais de 8 milhões de anos. O papel de Mei Lan como embaixadora poderá ser acompanhado pelos sites www.twitter.com/earthhour e www.earthhour.org.

Ato simbólico

A intenção do ato simbólico de apagar as luzes ajuda a criar uma verdadeira onda de conscientização e mobilização da sociedade em relação ao aquecimento global. "Soluções sustentáveis a longo prazo devem ser tomadas e efetivamente implementadas. Isso é responsabilidade de todos", alerta Álvaro de Souza, presidente da WWF.

"Um simples gesto de desligar pode acender uma luz de alerta para o planeta", disse o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc.

Publicidade Na ocasião, o WWF-Brasil apresentou a campanha publicitária desenvolvida voluntariamente pela agência Leo Burnett, que consta do filme "Superpoderes", peças impressas e spots de rádios. A veiculação da campanha será teve início nesta semana e em breve estará nos principais meios de comunicação de massa do País.

No Ano Internacional da Biodiversidade, o objetivo da Hora do Planeta no Brasil é conscientizar a sociedade sobre a importância da conservação e recuperação das matas, florestas e recursos hídricos nacionais como forma de proteção e adaptação contra as mudanças climáticas, bem como para reduzir emissões de gases do efeito estufa causadas pelo desmatamento.

Patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil

Neste ano, o WWF-Brasil conseguiu o apoio de quatro grandes empresas como patrocinadores. Coca-Cola Brasil, HSBC, Tim e Walmart Brasil, se comprometeram com a promoção da Hora do Planeta, realizando eventos, campanhas de conscientização e ações de comunicação para diferentes públicos.

Coca-Cola Brasil - irá realizar o evento Nacional da Campanha Hora do Planeta 2010 na cidade do Rio de Janeiro. Ela reunirá parceiros, funcionários, políticos e personalidades para, juntos, apagarem as luzes por uma hora em prol de um mundo mais sustentável e consciente.

HSBC - pretende juntar esforços e a participação de colaboradores, fornecedores e clientes como forma de alertar as pessoas para a questão do aquecimento global.

TIM - colocou a sua infraestrutura de comunicação a serviço da Hora do Planeta. A empresa preparou uma campanha de mobilização com três ondas de mensagens de texto (SMS) convidando 14 milhões de seus clientes a aderirem ao movimento. Além disso, a operadora também utilizará seu site e perfil no Twitter para mobilizar clientes, direcioná-los para o hotsite da Hora do Planeta e fazer a contagem regressiva para o Dia D.

Walmart Brasil - O Walmart Brasil vai apagar os letreiros, fachadas e áreas administrativas de suas 436 lojas no Brasil durante a Hora do Planeta. Além disso, vai reduzir a iluminação da área de venda das unidades em 30% e estimular que seus 80 mil funcionários apaguem as lâmpadas de suas residências no período. Para os clientes, a divulgação da Hora do Planeta será feita por meio das TVs e rádios das lojas físicas e de hotsite na loja virtual www.walmart.com.br.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Programa paranaense é apresentado em encontro em Bogotá



Iniciativa do Sistema Fiep é a única do Brasil a ser mostrada na Conferência sobre Crescimento de Mercados Inclusivos, que acontece na capital colombiana

O Movimento Nós Podemos Paraná foi a única iniciativa brasileira a ser apresentada na Conferência sobre Crescimento de Mercados Inclusivos (GIM), que acontece até sexta-feira (05), em Bogotá, na Colômbia.

O Movimento foi escolhido por ser considerado uma ação efetiva, que leva os conceitos globais dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para diversas localidades e articula iniciativas para que as metas da ONU sejam atingidas. No encontro, também foram apresentadas experiências da Colômbia, Guiana e outros países da América Latina.

Desde 2006, o Movimento Nós Podemos Paraná vem mapeando a situação de cada região do Estado no que diz respeito à redução da pobreza, melhoria da educação, diminuição da mortalidade infantil e materna e cuidado com o meio ambiente. O Movimento é articulado pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), com apoio do Observatório de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis), e parceiros.

Segundo o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, o diferencial da iniciativa paranaense é o monitoramento dos indicadores e resultados, feito pelo Orbis. "Os indicadores são fundamentais para identificar potencialidades e necessidades das localidades. Servem também de instrumento para que os governos possam identificar prioridades e definir políticas voltadas às reais necessidades da população, além de medir os resultados das iniciativas", comenta.

terça-feira, 2 de março de 2010

Projeto de Ponta Grossa é sucesso em responsabilidade Socio Ambiental

Associação para Produção de Sacolas Retornáveis – Aprosar é um projeto de produção das sacolas retornáveis e segue determinações previstas nos ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – propostos pela ONU. O objetivo é a criação de sacolas retornáveis em substituição às sacolas plásticas distribuídas pelo comércio em geral. Para a formação da Aprosar foram priorizadas a integração de senhoras desempregadas e moradoras de uma mesma região da cidade. Os modelos das sacolas, que são customizadas, foram desenvolvidos por profissionais do Capitólio. A Aprosar integra o Programa de Associativismo e Cooperativismo da Secretaria Municipal de Qualificação Profissional. “Além da preocupação ambiental, a associação garantirá a geração de emprego e renda”, ressalta Nelson Canabarro, coordenador do programa. www.planetavoluntarios.com.br
Confira o vídeo na íntegra.

Fonte: Prefeitura de Ponta Grossa

segunda-feira, 1 de março de 2010

PRÊMIO CASEM DE GESTÃO SUSTENTÁVEL

O PRÊMIO CASEM DE GESTÃO SUSTENTÁVEL é uma iniciativa sem fins lucrativos, que visa reconhecer anualmente as melhores práticas de sustentabilidade empresarial desenvolvidas no Paraná - diretamente ou por fundações e institutos a elas vinculados e que contribuam para o bem-estar e a sustentabilidade das empresas e da sociedade paranaense. Acesse o site do Prêmio O Prêmio é orientado para uma perspectiva evolutiva, de modo a atuar como instrumento de disseminação e aprofundamento constante de conceitos e práticas relacionados ao desenvolvimento sustentável, bem como de promoção de uma cultura de participação e integração dos três setores da sociedade. Poderam se candidatar, tanto as iniciativa privada, quanto as públicas e as de economia mista. O Prêmio será concedido nas modalidades: Economia Viável; Socialmente Justa e Ambientalmente correta. Clique aqui e fique por dentro de editais & Captação de Recursos

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

É hora de implantar as políticas pró-ODM



Faltando cinco anos para 2015 e, portando, para a data limite de cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), é importante concentrar-se na implementação - mais que na elaboração - de políticas públicas para alcançar as metas. É o que defende o economista Selim Jahan, do PNUD, em artigo para o mais recente número da revista Poverty in Focus, uma publicação do CIP-IG(Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro.

"Será imensamente importante [saber] se os ODM foram adequadamente dimensionados para o contexto de cada país", escreve o economista. Também será crucial verificar se os Objetivos do Milênio fazem parte de um plano nacional de desenvolvimento ou de combate à pobreza, se os recursos e capacidades para alcançá-los foram assegurados.

A experiência até agora mostra, avalia Jahan, que é necessário adaptar os programas aos contextos locais. "O mesmo tanto de recursos produziu resultados expressivos em um contexto, mas não em outros. As mesmas políticas funcionaram em alguns países, mas não em outros", observa. Assim, será necessário descobrir o que funcionou e por quê, e o que não funcionou e por quê.

Além disso, o grande número de crises pelos quais o mundo passou (de alimentos, energética, financeira) desde a assinatura do acordo, em 2000, deixou o cenário um pouco mais "opaco", avalia o economista. Muitos países estão com dificuldades em cumprir as metas, enquanto outros que estavam a caminho parecem ter saído dos trilhos. Nações mais desenvolvidas estão dando cada vez menos ajuda financeira para os mais pobres, e os mercados desenvolvidos não aumentaram a abertura aos produtos desses países.

Para readequar as estratégias para o período pós-2015, a principal meta será descobrir se os planos estão adequados para a realidade de cada país, bem como criar e manter programas de monitoramento e avaliação. Para Jahan, também devem ser discutidas novas maneiras de incentivar uma maior participação da sociedade civil, da iniciativa privada e de parceiros internacionais no processo de perseguição das metas. "É imperativo assegurar a formação de alianças em diferentes contextos, assim como identificar gargalos e fazer sugestões concretas sobre otimizar essa relação", afirma.

Será também necessário pensar em formas para fazer com que esses programas continuem nos trilhos mesmo sobre a pressão de crises internacionais, bem como a discutir um mapa para o cumprimento dos ODM depois de 2015. Além disso, será preciso uma maior colaboração junto com o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

Fonte: Site PNUD